Alguns meses se passaram mexendo e remexendo na própria escuridão. O espiral que nunca parou de espiralar. Mais uma vez ressurgindo de muitas cinzas. Vários encontros com o vazio e sentindo um certo aconchego em estar lá. E então me sinto reconectada com meu feminino, com minha força, minha ancestralidade feminina, com minha Mãe Terra. Mais ligada com minhas dores, meus monstros, minha sombra. Aceitando e parando de lutar contra quem EU SOU e tornando esse lado escuro meu aliado.
Depois de duas gestações tranquilas, seguras, confiante na minha natureza, no meu feminino; agora encaro mais um ciclo na vida. Mais uma gestação! Mais um despertar!
Mais uma vez me abrindo para a cura do meu Feminino, mergulhar profundo dentro do meu ventre, espiralar, deixar fluir.
E que a Lua me acompanhe, que as Doulas me doulem e que o Sagrado me ilumine sempre!
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