sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Menino ou Menina?



A minha conexão com o meu universo, o meu ser, a minha essência sempre foi forte. Sempre existiu e sempre foi muito claro pra mim. O que eu quero eu tenho. Mas, entendam, não é querer material. É um querer da essência, do meu ser. E esse sempre foi ouvido, respeitado e atendido.
Não fui de duvidar da minha natureza, da minha força.
Em caminhos tortos, mas buscando realizar meus desejos essenciais. Como: encontrar um companheiro que seja pro resto da vida. Construir uma família com muitos filhos. Trabalhar gostando do que faço. Hoje sou Doula, estudo as ervas, sou Reiki ( tenho ancestrais japoneses que me ajudam nessa caminhada de Cura), descobri a arte de desenhar as mandalas, vendo meus biscoitinhos cookies (os melhores!!!!) e o que eu mais amo em fazer: cuidar dos meus pequenos. Vivenciar cada processo do crescimento, ou melhor, crescer junto com eles. Me encontrar todos os dias, dar de cara com minhas sombras enquanto estamos convivendo. Não é fácil mas é isso que me move!

Estou na terceira gestação. Entre voltas e reviravoltas, sempre me perguntam: Já sabe o que é??
Depois dos meus dois menininhos, depois de encontrar o meu feminino em cada gestação, em cada parir, veio uma vontade diferente. Eu tinha certeza que teria meus dois meninos!!! Já sonhava com eles, sempre sonhei com eles!!!
Como eu disse lá em cima, nunca duvidei do meu "querer".
Quando pensei em engravidar do terceiro filho, não só a vontade de ter outro já existia forte, como já tinha certeza de que sexo seria.

Há! Entre tantas perguntas e curiosidade alheia eu me mantive quieta, em segredo. Só meu!
Os três vieram programados, com consciência na pré-concepção e concepção. Porque o filho vem desde  a primeira vontade dos pais.
Antes mesmo de saber que estava grávida (estava só na função, rs!) bebezinhas meninas vinham correndo pra mim e me chamavam de "mamãe"! Ah, quase morria do coração! Eu não tinha dúvidas dentro do meu coração e a vida ainda me mostrava na cara. Ah, vida!!! Como sou grata por nossa cumplicidade, amizade e respeito.
Nos meus sonhos, meu pequeno cristal de mel, já aparecia nos meus braços!

SEJA BEM-VINDA, CRISTAL!!!!

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A Gestação, as Plantas e os Cinco Movimentos


A observação do nosso corpo, da nossa natureza, o sentir é essencial para entendermos todos os movimentos da Terra em nós mesmas.

Nosso corpo feminino começa cedo a produzir mais sangue para nutrir o útero e todo o organismo. Na Gestação, Parto e Pós-parto, o sangue (nosso tesouro) é muito estimulado. Ele vai nutrir, acolher, expulsar e ancorar. Durante todo esse ciclo é essencial fortalecer esse elemento para uma maior harmonia em todo o nosso corpo.

As ervas, flores e raizes vão nos auxiliar e, usadas conscientemente, nos levam num lindo encontro com nós mesmas.

Somos movimento!

Aprendendo com os "Cinco Movimentos" - Terra, Metal, Água, Madeira e Fogo - (Medicina Chinesa) e com as plantas, percebemos melhor cada parte do nosso organismo e que tudo está interligado.


Créditos : Mariana Almeida - Senhora Verde - Facebook
email: verdesenhora@gmail.com










domingo, 23 de agosto de 2015

A Doula, o Sagrado Feminino e a Sua Gestação

Alguns meses se passaram mexendo e remexendo na própria escuridão. O espiral que nunca parou de espiralar. Mais uma vez ressurgindo de muitas cinzas. Vários encontros com o vazio e sentindo um certo aconchego em estar lá. E então me sinto reconectada com meu feminino, com minha força, minha ancestralidade feminina, com minha Mãe Terra. Mais ligada com minhas dores, meus monstros, minha sombra. Aceitando e parando de lutar contra quem EU SOU e tornando esse lado escuro meu aliado.
Depois de duas gestações tranquilas, seguras, confiante na minha natureza, no meu feminino; agora encaro mais um ciclo na vida. Mais uma gestação! Mais um despertar!
Mais uma vez me abrindo para a cura do meu Feminino, mergulhar profundo dentro do meu ventre, espiralar, deixar fluir.
E que a Lua me acompanhe, que as Doulas me doulem e que o Sagrado me ilumine sempre!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Amor Exagerado


"Amores da minha vida.
Daqui até a eternidade.
Nossos destinos foram traçados na maternidade.

Paixão cruel, desenfreada.
Te trago mil rosas roubadas.

Pra desculpar minhas mentiras.
Minhas mancadas!

E por vocês eu LARGO TUDO.
Carreira, dinheiro, canudo.

Até nas coisas mais banais.
Pra mim é TUDO E SEMPRE MAIS!!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Eu, tu, ele. Nós, vós. Eles!


O Bambu.

O bambu e o seu significado.
Diz o Taoísmo:
".... flexibilidade: capacidade de se adaptar as circunstâncias da vida; não ter posturas rígidas. Rigidez é sinal de morte. Flexibilidade é sinal de vida! E também tem o conceito da não resistência. Wu-wei: deixar-se levar pelo movimento natural.
Outra qualidade do bambu: vazio interior. O vazio é a origem de boas qualidades, é algo que se valoriza e permite a existência das coisas. Se nossa mente estiver entulhada de preocupações, não podemos pensar direito. Não pela ausência, mas sim pelas possibilidades que ele abre, pelos benefícios que ele traz. É uma visão positiva e não negativa.

O vazio é invisível. Apesar de óbvio, esse detalhe é fundamental porque mostra que as coisas mais importantes são invisíveis. Os sábios sabem que existem coisas mais profundas do que as aparências."

E assim, me coloco numa posição de ser como o bambu. Com dois filhos, todos os dias buscando a flexibilidade, a resiliência, a não resistência, o vazio. Principalmente o vazio. Se eu estiver cheia dos meus conceitos e paradigmas sociais a gente briga o dia todo. Quando eu esvazio e deixo que eles me levem, o dia acontece mais leve.
Eles me enlouquecem!!!!
E não tem jeito, eu vivo pra eles, por eles, por nós!

E eu preciso, TODOS OS DIAS, lembrar da história do bambu....

sábado, 10 de janeiro de 2015

Sem fronteiras...


Ontem eu morava em Brasília. Hoje moro em Goiânia.
Amanhã? Amanhã, nem Deus sabe....

Boa noite, Goiânia!!!

Selva de pedra.
Prédios gigantescos numa competição de quem é o maior.
Eu gosto.
Nas férias da minha infância (RJ) tenho marcado no meu coração e nas minhas memórias, prédios!
Trânsito.
Tenho marcado também um trânsito louco, com buzinas e zig zags.
Essas lembranças da infância resgatam sentimentos maravilhosos mesmo estando no meio de uma selva de pedra. Estou em casa.
Calor.
Há! Amo o calor, o verão. O Sol sempre foi meu melhor amigo. Não tenho praia, mas uma piscininha de quebra tá bom demais...

Já morei em alguns outros lugares. Em cada um carrego uma história. Independente do motivo da mudança, eu gosto de mudar. De fazer diferente. De não me sentir presa a nada. Ou melhor, de me sentir livre pra fazer escolhas. Que vai mudar tudo. Escolher sem saber o que vai estar ali na minha frente.
Apesar das dores que uma mudança pode causar, do medo, da insegurança; esse passo no incerto, no duvidoso, o frio na barriga... Isso me move. Isso me faz fazer!

Ô vida cigana!!!
Me leve pra onde for....
Me leve pra fora de mim mesma.
Me leve pra dentro de mim mesma.

Esse borogodó dessa vida é meu e de mais ninguém.
Um mundo sem fronteiras onde buscar estabilidade não pode ser ficar num mesmo lugar pro resto da vida. A vida está aí, o mundo pra ser desbravado. E que meus filhos venham comigo num ensinamento único sobre a vida, sobre as mudanças, sobre eles mesmos. O unschooling da vida! Não pode ser tão ruim assim as mudanças, não é mesmo psicologia?
Ainda não achei o meu canto, a minha terra. Enquanto isso vou procurar até minha amada Mãe Terra bater lá dentro do meu coração e eu escutar "É aqui. Pode enraizar."

Enquanto isso vou procurando. Vou buscando.
Buscadora da vida!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Reflexões de uma mãe (que trabalha fora).



Eu e Isadora, Isadora e eu... e o Kla. É, e o Kla!! O Kla está quando pode estar, esse negocio de ter que trabalhar .... como ele consegue? Não sei.. me pergunto várias vezes como ele consegue sair de casa cedo e estar com ela só por um pequeno intervalo de tempo durante o café da manha. Meu coração dói quando ele sai... será que o dele dói? Será que ele se acostumou? Não sei.. o meu dói quando saio. Sempre dói.... as vezes de alívio, as vezes de saudade, as vezes de culpa.... culpa... acho que não mais.. mas já doeu.. hoje reconheço melhor minha necessidade de ir e a dela de ficar, bem cuidada, em casa. A Poli que cuida dela... cuida bem direitinho, e ela adora a Poli. As vezes me ignora quando a Poli ta junto, as vezes me provoca.... bem vinda a vida, filha! E é também verdade que a Poli brinca e vai aonde ela quiser... a mamãe? Bom, nesse caso, a mamãe nem tanto. Mas tudo bem, sem culpa... Mas confesso que já me peguei várias vezes com ciúme da Poli. Ela que fica ali todo dia, ela que vê tudo, que acompanha tudo.. e eu saio... mas aí eu respiro e tenho que racionalmente, refazer um caminho. O caminho da escolha.... será que tive, de verdade, essa escolha? Ir trabalhar.. quantas vezes ouvi dizer que mulher precisa trabalhar, não pode depender de ninguém. Será que essa seria a minha escolha se eu não tivesse tido as influencias que tive? Enfim, eu respiro e refaço meu caminho. Me pego em mim mesma: não! Eu escolhi, sim. Gosto da minha escolha, trabalho quando quero, como quero e, principalmente, com o que quero. Sou privilegiada nesse ponto. Agradeço aos meus pais. (Meus pais... me disseram que depois que a gente tem filho entende mais os pais, e é verdade....)  Eu só tenho uma filha e sofro com isso, como eles faziam com 4? Acho que nesse ponto, 4 deve ser mais fácil. Mas só nesse ponto. De novo vou tentando refazer meu caminho. Passo muito tempo com minha filha, vejo cada coisa nova que ela faz, acompanho cada passo, cada palavra nova, cada habilidade adquirida (já escorrega sozinha no escorregador), sabe algumas cores e conta 1, 2 e já! As vezes se embola e chama de azul o amarelo, e começa a contar do 2: 2,3, 10! Tudo bem, ela só tem 1 ano e 5 meses... mas vi quando falou “balanço” pela primeira vez! Emocionante, primeira palavra de 3 silabas. Lindo!!! Vi quando engatinhou a primeira vez. Ela mesma nem notou.. demorou alguns dias pra ela entender.. Essa foi interessante... eu nunca ia imaginar que ela não notaria!!!! Vi quando deu os primeiros passos... Ufa, que medo eu tinha de não ver nada disso. E assim o caminho vai se refazendo. Que alivio... se a gente não se olha, o mundo nos engole. Nos engana, nos diz que não somos boas o suficiente. Boas pra quem mesmo?  fico me perguntando... Quem somos nós nesse mundo maluco? Como será ser pai? As vezes queria ser pai.... mas só as vezes, vontade que passa rápido, sabe? Será que o coração deles não dói? Será mesmo??? Não sei... tenho duvidas.. talvez eles não se exijam tanto nessa profissão de ser mãe.. Claro que não se exigem, eles não são mães... são pais... ta vendo? É nessa hora que eu queria ser pai. E é aí que eu percebo que o caminho precisa ser refeito de novo. Assim é minha vida, sendo refeita a todo momento, me transformando, metamorfoseando, como a lagarta que vira borboleta, as vezes dói, mas quem disse que não ia doer? E assim sigo, por vários ciclos que ascendem numa espiral da vida e crescimento junto com minha pequena grande mestre!

Monica XB 

sábado, 11 de outubro de 2014

Dentro de mim mesma




E então, mais uma vez, uma onda toma conta de mim. Por algum momento, talvez por causa da fase da lua, talvez por causa de um alinhamento planetario, talvez por causa do solstício, talvez hormonal, talvez nada. Talvez tudo....
É assim que acontece. De repente, me vejo entrando fundo dentro de mim. E vou me enroscando, enroscando, entrando cada vez mais em mim mesma, que já não sou mais um corpo.
Sou um espiral, girando, girando; entrando. Um lugar que não sei onde é. Não tem forma. Não tem cheiro. Só sei que é muito fundo e escuro. Então percebo que é a minha escuridão. Minha sombra. Começa a doer o peito. Apertar, sufocar, incomodar. E assim, uma cachoeira de sentimentos e percepções. A vontade é de sair, é de me mexer, pular, gritar, virar pro lado, pro outro. Fugir. Fugir pra onde? De que? De quem? Não adianta. Tá ali. A sombra. Grande e temida.
Há! É aí que voce está!! E é nesse nada que nos encontramos. Que voce, sombra, me cutuca. Quanto mais eu quero fugir, maior vai ficando. Fisicamente minha garganta trava. E alguma coisa fica ali me sufocando. Então chega uma certa ansiedade. Uma compulsão em querer fazer alguma coisa. Ou querer mudar alguma coisa.
Por um instante me vejo no meu filho. "Eu quero, eu quero... Mas eu quero!!"
Encontrei a minha criança! Perdida, solta, ansiosa e com muito medo dessa sombra. Que sombra? Não tem ninguém ali, nem nada. Escuro. Monstruoso. Dolorido. Sufocante. Agoniante.
Mas ao mesmo tempo forte. Sim, forte. Encontrei também, ali na sombra, a minha força!
É lá que elas estão. Juntas. Siamesas.
Entendi.
E assim, mais uma vez, renasci.
Renascer das sombras, das cinzas. Fênix!

Preciso me desfazer de tudo o que sei, o que sou. Dessa rigidez que por mais que seja flexivel aqui e ali, uma hora se torna certeza, se torna lei. Esse é o meu veneno. Por isso preciso me desfazer de mim mesma várias vezes. Sempre. Lá na escuridão, no meu encontro com ela, comigo, com tudo e nada. Me faz pensar.
Aaaaaaahhhhh!!! (Grito sufocado!)
Não quero ser nada. Não quero ter certeza de nada. E por mais que eu nao queira, volta e meia eu estou lá de novo. Cheia de regras, certezas, rigidez.
Preciso esvaziar. Preciso me despir. Soltar. Libertar. Desapegar.
Desapegar dessas trapaças da mente. Do mundo externo. Mas que mundo externo? Se o mundo externo é meu mundo interno....
Tá.
Muita reflexão.
Muitas questões.
Muitos processos.

E então, seguro na mão da minha sombra, da minha força, da minha criança, da minha jovem, da minha velha.
E vamos juntas!
Da melhor forma.
O melhor que posso, que consigo.
Um dia, qualquer hora, voltarei lá e nos encontraremos de novo.
Pra morrer e renascer.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Mamãe questionadora...


Putz! Ta foda. Estou tão questionadora quanto meu campeão de perguntas Taian.
Porque? Ãh? Quem? Como? Porque?
Essa sou eu esses dias.
Mamãe questionadora! Obrigado Taian, se não fosse você e o Aiko, talvez estivesse na mesmice de sempre da vida..
Tô cansada dessa rotina. Horários. Hora do almoço. Hora do jantar. Hora do banho. Hora, hora, hora... Que merda é essa?? Nem preciso de horário, não trabalho fora. Meus filhos ainda não vão pra escola.
Ops! Peraí, ainda nada. Eles não vão pra escola!! Sim, isso mesmo. Essa escola tradicional, não. O que eles ensinam? História, Religião, Geografia.... Pra que? Pra quem? Se na verdade nada do que ensinam é a verdade. É. Acredito nisso, sim!
Quanto mais tenho estudado sobre a humanidade mais tenho certeza que a vida que se leva hoje está distorcida. A história é manipulada, a geografia é manipulada, a religião então, nem se fala!
Então, EU, resolvi mudar. Fazer diferente.

(Afinal, não são todos que compartilham da mesma opinião. Só estou contando um pouquinho da minha verdade.)

Enquanto eu tô aqui contando moedinhas pra comprar um pão, colocar uma gasolina; lá, lá nos seus palácios de ouro, os papas, estão tomando vinho em copo de cristal e comendo filé mignon!!! E ficam pregando o desapego, a pobreza... Que porra é essa?
"Jesus disse.." "Isso é pecado"...Ãh?
Vocês já vasculharam, lá atrás, sobre como tudo começou? Eu tenho feito isso faz um tempo. E, nossa, quanta coisa é mentira.

Enquanto eu tô aqui preocupada se vou votar ou não. Políticos (a corja) estão em suas piscinas tomando champanhe, gastando dinheiro público e dando gargalhadas!

Enquanto eu tô aqui respeitando leis, pagando impostos de merda, pagando contas de merda, já foi inventado o uso de energia elétrica através do eletromagnetismo do planeta (o cara que descobriu morreu); já inventaram um carro que não utiliza nem energia elétrica, nem gasolina ( o cara também se foi.. rs!). Engraçado né?

Enquanto eu chorei a morte do meu pai por causa de um câncer, esses filhos da puta, estavam rindo em suas salas de reunião, de como a indústria do remédio dá dinheiro.

Enquanto chorei a morte do meu cachorro por Leishmaniose, esses merdas, babacas, estavam rindo de novo por terem a cura em suas mãos, mas vender remédio, diária hospitalar, dá muito mais dinheiro.

Sabe os Illuminati?? São essas pessoas que inventaram isso tudo. Queria muito encontrar com um deles, face to face. Quem tu pensa que é? Você acha que eu vou seguir esses conceitos de merda que vocês inventaram?? Sefudê!!!! Todos vocês!!!

Aaaahhhh!!! Estou dando gritos e gritos de liberdade!!!
O mundo é meu, é seu, é nosso!!!
Quero abraçar, sim, o mundo. E vou! Estou indo!
Chega de prisão. Chega de ver pessoas felizes só nos finais de semana, nas férias, nos feriados..
Quero todo dia. Pra sempre.

Que o Universo me rasgue por inteira e me mostre a verdade.
E que meu caminho, sem regras e rotinas (rsrs!), seja repleto de AMOR!

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O som do coração


E então, um dia desses, escutando música instrumental aqui, outra ali. Ouvi um som. Um som que me fez emocionar, disparar meu coração. Um som que me levou adiante. Não me vi parada ou no passado. Me vi pra frente, em frente, de peito aberto. Sempre busquei um instrumento pra tocar, mas até agora nenhum me fez sentir o som. Guitarra, piano, violão, flauta (eu gosto da flauta). Não. Não me via em nenhum desses. Quando me imaginava tocando qualquer instrumento me via fazendo muita força, pensando, dura, difícil.

Tenho um CD que escuto muito. Evocando espíritos. É xamânico. Calma. Nada de macumba, haha! Quer dizer, as vezes, sim (rsrs!).
Enfim, foi nesse CD que encontrei o som. Fui procurar na internet. Achei que era violino. Não!!! Muito agudo. Perguntei pro marido e ele me deu a dica: violoncelo!!
Pois é, um instrumento que sempre rejeitei. Isso. Sempre menosprezei o violoncelo. Achava muito diferente pro meu gosto. Nem olhava pra ele. Nem queria pensar em me deixar gostar. Engraçado. Eu sempre me achei diferente. Não melhor ou pior. Diferente. Mas desde que fiz dessa diferença, minha essência, meus caminhos se abriram. E aí teve espaço pro mais diferente dos instrumentos entrar na minha vida.

Quando fecho os olhos e me vejo tocando o violoncelo sinto uma facilidade, uma harmonia entre nós, uma leveza (será que dá pra sentir leveza tocando um violoncelo?), uma paz, uma troca. Isso. Troca. Eu e ele. Os dois juntos fazendo música.

E então descobri.
Descobri o som do meu coração.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Vem, vamos......


Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora não espera acontecer

Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição.

sábado, 26 de julho de 2014

O canto sagrado. O canto da força. A troca entre Mãe Terra e nós.


E depois de 3 anos e 9 meses voltamos ao cantinho sagrado, onde está a força do pequeno grande Taian.
Jardim de Maitreya.
O coração apertou, a garganta arranhou, o peito sufocou.. Não, não estava lá. A árvore de amora não estava lá.
Então, fui lá dentro. Lá. Fui mexer, fui processar e fui entender o que eu estava sentindo.
Não foi tristeza. Algum tipo de sentimento onde lágrimas quiseram escorrer, mas ficaram engasgadas na garganta. Ops!
Preciso soltá-las, deixá-las ir....
E estou aqui conversando com a Mãe Terra. Preciso deixar ir. E entender que o principal foi feito.
A placenta foi enterrada. De volta à terra. Não é minha, não é do pai, não é do filho.
É da Terra.
Que seja feita a vossa vontade!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Parabéns!!!!! Dois anos de muita ralação!!!


O que há dentro do meu coração
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer

E a tua história, eu não sei
Mas me diga só o que for bom
Um amor tão puro que ainda nem sabe
A força que tem
É teu e de mais ninguém

Te adoro em tudo, tudo, tudo
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande história


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Desabafo de uma soneca


Porque tem dias que é tãaaao difícil colocar esses "anjinhos" pra dormir?
Será porque eu estou em um dia energeticamente ruim?
Ou será que eles estão nesse dia não tão tranquilo?
Ou os dois?
Algum sentimento que eu não estou conseguindo processar e então eles me sentem e cria-se o caos?

Ou não é porra nenhuma, criança é assim mesmo, ficam todas loucas em certos momentos do dia e deixam seus pais loucos também e, pronto, criou-se o caos!!! Fica uma zona no sofá.
Aí eu faço mais barulho que eles. Saio batendo na mesa, chutando brinquedo, dando esporro em todo mundo, sobre até pro cachorro.

Foda-se! O que quer que seja, acaba com a minha paciência.

Foi mal, ativistas da educação positiva porque, EU, mesmo criando com muito apego, muita atenção, muita brincadeira, muita cama compartilhada, muita sujeira bem sujada, muita disciplina positiva, muita autonomia....
Às vezes, não dá.....
Acendo vela, rezo, "Oxum, dá um jeito nesses meninos, peloamordedeus!!!! (Rsrsrs!!!)
Às vezes, não dá.....

Aí, todo mundo dorme. O silêncio reina. A paz volta. O coração acalma.

Mas a pergunta continua no ar:
"Porque tem dias que é tão difícil?"

sábado, 21 de junho de 2014

Minha "dupla de dois"


Essa dupla é pra vida inteira.
Essa dupla é para sempre.
Essa dupla é a minha maior realização.
Essa dupla é a que mais mexe aqui dentro de mim.
Essa dupla é a minha luz e a minha escuridão.
Essa dupla destrói todos os meu paradigmas.
Meus padrões, minhas crenças, minhas certezas.
Todos os dias eles destroem a minha rigidez.
Hoje eu sou uma.
Amanha vou acordar de outro jeito, diferente de ontem.
E ao dormir já serei outra em relação ao dia todo.
Essa dupla espreme o meu coração todos os dias.
E extraem de mim o pior.
E dói. Dói me enxergar. Dói olhar meus defeitos.
Encarar os meus monstros.
Dói assumir que eu falho todos os dias.
O tempo todo.

Eles me resgatam e me trazem para a NOSSA realidade.
Todos os dias.
Quantos "mamãe!!" eles falam pelo dia?
Depende.
Depende se eu estou aqui no AGORA.
Ou lá no passado..
Ou lá no futuro..

Mas....
Vale a pena.

Eles também extraem de mim o meu melhor.
Minha doçura.
Minha criatividade.
Minha criança.
Minha suavidade.
Meu amor.
Meu cuidado.
Meu carinho.
Meu espírito.
Meu agora.

Me sinto cada dia mais livre.
Livre de mim mesma.
Livre de uma Duda que eu construí ao longo desses 35 anos.

Aprendemos juntos.
Melhor ainda: eu aprendo com eles.
Aprendo a voltar a viver um mundo de verdade.
Um  mundo que eu larguei anos atras.
O  mundo do coração.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Baby Blues








Quando engravidei li centenas de blogs de mães, bebês, parto, pós parto, funcionamento psicológico, biológico, social das mães, dos bebes, dos pais, enfim, li tudo que podia e nao podia. E, entre tantas coisas, li também sobre  baby blues e depressão pos parto. Mas todos os relatos muitos sutis, distantes mesmo da minha doce realidade de grávida.

Ate que lá estava eu, cheia de hormônio, costurada, com dor, tendo que cuidar de um bebê que chorava, sem dormir minhas sagradas 8 horas por noite, com o peito rachado, sangrando. Então, percebi que tinha alguma coisa estranha acontecendo, e, assim, pude entender e experienciar o que era o baby blue.

Por ja ter conversado com outras amigas, eu sabia que chorar muito era normal, mas aquela sensação de que eu nao ai dar conta de cuidar daquele serzinho e o medo de que, a qualquer passo em falso, ela podia morrer e eu perder a coisa que mais amava na vida, era enlouquecedor. Logo, eu nao poderia ficar sozinha com ela, “nao me deixem sozinha com ela” era o meu pensamento. Quando a filhota completou 1 mês, meu alívio em ver que ela sobreviveu foi enorme! Eu e ela tínhamos sobrevivido!!!! E isso era incrível, pura sorte, pensava eu!

Hoje, consigo perceber alguns fatores que contribuíram para que essa sensação tenha vindo com tanta força. Mudança hormonal, falta de apoio no puerpério, e de conhecimento sobre amamentação, tudo estava junto e muito misturado. Eu não conseguia olha r, refletir e muito menos analisar o que estava acontecendo. Eu era um ser que zanzava pela casa, sem saber se era noite ou dia, incomodada, confusa e descabelada!

Estive muito bem acompanhada no puerpério, tive um suporte enorme de pessoas importantes na minha vida, mas hoje, depois de muito ler, entendi que o puerpério é uma fase solitária, mesmo que seja compartilhada com alguém. Só a sua vida muda, você se torna responsável por uma vida, por aquele serzinho chorão! Só você nota que aquela você, velha conhecida, morre. O puerpério é também um luto, que se passa só.

Mas nada do que senti acredito que tenha sido criado nessa fase, ao contrário, penso que tudo já existia dentro de mim. Foi como se todas as minhas sombras tivessem sido iluminadas e eu pude ver e sentir todas elas, as que eu escondia, as que eu nem sabia que existiam, mas que estavam dentro de mim. E eu tive que olhar pra elas, não tem jeito. A maternidade foi um mergulho profundo dentro de mim mesma. O luto foi porque eu só via quem tinha morrido, eu ainda não via quem estava chegando.

Foi tudo tão forte e intenso e louco que até hoje vou processando as informações. Converso, leio, troco, aprendo e assim vou caminhando, sem pressa, descobrindo quem foi que nasceu junto com Isadora. A cada dia uma descoberta, minha e dela, no nosso ritmo, no nosso passo.




Mônica.

terça-feira, 10 de junho de 2014

"Uma brasa de consciência está presente em toda célula viva.."


"...A inteligência universal dá origem à vida simplesmente para que ela possa evoluir sob formas complexas de manifestação.. a vida é uma encenação cósmica.. Seu papel mais importante a partir do momento da concepção é nutrir seu filho de maneira que ele possa redescobrir sua natureza espiritual essencial.."

"..os seres humanos são, em essência, seres espirituais.. A experiência e o aprendizado se iniciam muito antes de respirarmos pela primeira vez... Nossa natureza essencial permanece sendo a de consciência ilimitada de pura potencialidade de Espírito. Quando você convida uma alma para entrar em sua vida ao conceber um bebê, você está assumindo uma responsabilidade sagrada de amar e nutrir um impulso divino se manifestando sob forma de humanidade.."

(Deepak Chopra - Origens Mágicas, Vidas Encantadas)

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Tirar a fralda. Tirar chupeta. Como? Quando?


Sempre confiei na minha intuição. Vou atrás de informação mas, no final das contas, o que vale é o que sinto no coração. E assim não tem dúvidas.
Com o meu primeiro filho, o Taian, eu não dei chupeta. Até tentei. Coloquei uma vez, duas, três e nada. Então, deixei pra lá. Ele chorou. Ué, mas bebês choram, não? Sim! Alguns mais outros menos. Mas lá na China os recém-nascidos não choram. Parabéns!! Eu não sou chinesa. O meu chorou.

E segui sem a chupeta. Muito sling, muito colo. E vamo que vamo! Mas teve a mamadeira. Quando ele estava com quase um aninho eu não amamentava mais e entrei com ela. Mas não de leite em pó. De água e fruta. Quando o Taian estava com uns dois anos eu já quis tirar a mamadeira. Sempre conversava com ele. Pra tudo que eu ia fazer. "Agora a gente vai tomar banho". "Vamos embora do parquinho". "Hora do jantar"..... E em um dia qualquer, falei pra ele: "Taian, tá na hora da gente jogar a mamadeira fora. Você já sabe tomar a vitamina no copinho. Vamos?" Bom, ele nem duvidou. Ele levantou do sofá pegou a mamadeira e jogou no lixo. E nunca mais perguntou dela.
Pra tirar a fralda também foi bem tranquilo. Sempre dialogando e explicando o que ia ser feito. "Taian, tá na hora da gente tirar a fralda. Você agora faz xixi no peniquinho". Ele já via a gente no banheiro e eu já percebia que ele estava entendendo o que acontecia. Tirei durante o dia e só ficou a da noite. É bem interessante perceber essa fase deles. A descoberta que o xixi sai deles e, com o tempo, a conexão da vontade de fazer xixi, perceber e pedir pra fazer xixi. Dá pra ver todas essas etapas. Não adianta brigar que deixou escapar. Tem um processo que tem que ser aprendido. E acho que temos que ter a sensibilidade de perceber cada etapa. Porque, querendo ou não, algum xixi vai escapar. E aconteceu de forma tranquila, no tempo dele. E na minha observação de saber perceber a hora boa de tirar. Ele já sabia o que era o xixi, onde fazia. Então, era só a minha iniciativa que faltava. Com a fralda da noite foi a mesma coisa. Falei que estava na hora de tirar a fralda de dormir. E expliquei também que ele ia sentir vontade de fazer xixi e que a gente ia acordar e juntos íamos fazer o xixi no banheiro. No comecinho fez xixi na cama muitas vezes. Mas aí a gente mesmo foi percebendo a hora que ele fazia o xixi. Antes ele sempre acordava resmungando, chorando. Então, ou eu ou o pai, levantávamos e levava ele no banheiro. É cansativo ter que acordar no meio da noite e levantar. Mas não tem jeito. Tem que ter persistência, consistência, paciência. E com o tempo vai condicionando o organismo. Hoje em dia, ele acorda uma vez e as vezes vai a noite toda.

Com o Aiko foi tudo diferente. Quando ele fez uns dois ou três meses eu dei chupeta. Eu não estava preparada emocionalmente pra enfrentar esse processo de choro como enfrentei com o Taian. Não foi fácil. Taian pequenino, Aiko bebê. Socorro!! Me dá uma chupeta, aí!!! Vou confessar que foi bom. Me deu um alívio. Entenderam?? A chupeta é pra aliviar a mãe, rs! Esse assunto rende: chupeta, amamentar, choro. Mas, encarei e levei adiante. No começo ele ficava um bom tempo de chupeta. E fui diminuindo e passei a dar chupeta só pra dormir. E lá no fundo ficava a pulguinha atras da orelha: como vai ser quando resolver tirar a chupeta?

Ele está com um ano e onze meses. Quando ele fez um ano eu já troquei a mamadeira pelo copo. Sempre conversando e explicando tudo que está sendo feito, tudo que está acontecendo. Quando eu dei o copinho com a vitamina e não foi a mamadeira, ele chorou. Mas ele chorou porque achou que era outra coisa, rs! Assim que viu, ou melhor, sentiu o gosto e percebeu que era a vitamina parou o choro e foi pro canto dele saborear o café da manhã.

O Aiko me deu trabalho pra trocar fralda. Era uma guerra entre eu e ele. Sempre ficava muito brava (e ele também) fazia força contra, era uma loucura. Eu ficava cansada, estressada, puta!
Como ele já via o Taian fazendo no banheiro eu fui aproveitando a situação. E ele começou a puxar a fralda, a tirá-la. De repente me aparecia  o Aiko peladão ou com a fralda caída nas pernas, rs! Eu não tive a menor dúvida, tirei a fralda. Escapou muito xixi, quer dizer, escapa até hoje. Mas tudo mudou. Não tem mais troca de fraldas estressantes, sabe? E a nossa relação, nossa amizade melhorou muito. No começo dá trabalho depois tudo entra no caminho. Hoje ele pede, escapa, pede, escapa. É assim. As vezes, vai sozinho lá fora e faz na graminha. Fica de cuequinha o dia todo. Ah, o cocô! Ainda faz na cueca. Numa boa. Não brigo. O tempo é dele. Eu passo o dia todo com eles, eu to aqui pra isso!

E esses dias tirei a chupeta.
Com a chupeta eu estava mais grilada. E pensei muito e muito. Tirei da soneca da tarde. Ele chorou, pediu e eu falei que não tinha mais chupeta, "mamãe jogou fora, lembra?". Ele virou pro lado e dormiu. Então, foi a hora de tirar da noite. Será? Pensei comigo: dormimos juntos, pra que está servindo essa chupeta? Ele me tem aqui do lado a noite toda. Ele não precisa de chupeta. Então tirei! Gelei!!! Será que vai dar certo? Que frio na barriga! Agora é a hora da consistência, persistência e paciência. E fui! Ele pediu, virou pro lado, virou pro outro, chorou, pediu. Eu olhei pra ele e lembrei "mamãe jogou fora, lembra?". E foi pro lado, pro outro, bumbum pra cima... De novo eu olhei pra ele e disse: " Mamãe tá aqui. Pode dormir, eu vou ficar do seu lado.". Sempre segurando a mão ou alguma parte do corpinho dele. Então adormeceu. E não pediu no dia seguinte nem na noite seguinte.

O meu recado?
Precisamos estar conectados com nossos filhos! Percebê-los!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

O Renascimento


É. Sabe, quando a gente fica doente nada melhor que ficar quietinha, né§ Não! Quando eu ainda morava com meus pais, ah, era bom. Era bom ficar doente. Podia ficar no quarto fechado, sem querer falar com alguém, dormir o dia inteiro. Aí sim, eu falo em renovação, renascimento. Porque vou contar uma coisa: foi foda! E confesso que eu senti falta desses dias. De poder descansar. Fiquei perdida, totalmente desconectada.
Sempre amei ficar na minha, refletir, adorava minha companhia. É muito difícil ficar sem esse momento. É um tempo de se recompor, de se reinventar. E eu não tenho mais isso. Então, fico buscando momentos durante o dia e um pouco antes de dormir, pra ver se eu consigo me conectar.
Agora que estou melhor consegui captar algo no meu coração. Vontade de ficar boa, de brincar, de dar risada. De ver meus filhos felizes e brincando. Vê-los correndo pra mim de bracinhos abertos e sorriso no rosto e pulando pro meu colo cheios de amor!(numa dessas machuquei minha costela..). Ao mesmo tempo que fomos lá pro fundo do poço estamos de volta. E senti a tal da renovação, do renascimento dentro de mim. Pensei tanta coisa ruim esses dias que fiquei doente que, agora, eu tenho mais certeza do que eu quero, de quem eu sou e de quem eu quero ser. E engraçado que, por mais que eu não tive tempo pra pensar, ficar quieta; eu sinto essa renovação vindo de outra forma. Está vindo devagar (meio que em câmera lenta), mansa e eu sinto ela chegando. Antes, chegava pá, pum! Levantava, sacudia a poeira e tchau! Hoje não, está vindo suave, doce, lentamente, porém, forte. E não é mais "..sacode a poeira e tchau!".
Agora é "Oi, voltei!"
Voltei pra mim!! Voltei pra vocês: família, amigos, cachorro, vida, universo!
Voltei pra amar mais, pra dar mais amor, pra trocar mais amor, pra viver mais amor!!!
Voltei cheia de esperança. Cheia de certeza: "Sim!! Adoro cuidar da minha família, da minha casa, da minha vida!". Sim!! O que eu acredito está certo. Sim, vale a pena se dedicar aos filhos, abdicar da própria vida (individual) pra educá-los do meu jeito. Criação com muuuuuito apego, todo mundo dormindo junto, educação ativa, disciplina positiva, brincar o dia inteiro, não ter tempo pra fazer almoço, enlouquecer.... e muito muito muito muito amor!!!!

E assim me reinvento....
E assim é o meu renascimento....

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Papai : Meu herói


O Taian tem uma ligação muito forte com o pai. Desde sempre. Já pensei em mil possibilidades. É por causa disso. É por causa daquilo. Não. É porque é.
Tem umas fases que ele aceita não ver tanto o Duane como ele gostaria. Mas ele tem umas outras fases que ele fica muito carente. Quando ele acorda e não vê o pai. Ixi! Sai de perto. Ele fica doido! "Cadê o meu papai §" E, claro, junto vem um mega choro! Eu converso muito com o Taian. Muito mesmo. Converso de igual pra igual. Sei que ele é inteligente e entende tudo o que é dito pra ele. "O papai foi trabalhar. Ele faz isso todos os dias e você sabe que é assim....." Enfim, fases e fases. Deve ter algum pico na fase do crescimento que dá uma bagunça nos sentimentos dele. Como qualquer criança, exite as birras, os choros. Mas especialmente em certas fases nada tá bom. Nada satisfaz.
Taian é muito fácil de lidar. Ele é tranquilo e, principalmente, ele escuta o que a gente diz, entende e aceita. Uma vez ou outra e, é nítido, ele dá esses ataques de piti.
Só o papai!
Tudo é papai!
E, pra falar a verdade, eu acho muito linda essa ligação. E que ela dure pela adolescência, juventude, fase adulta....
Que dure para sempre!